Informação consta no relatório de inflação segundo trimestre deste ano, divulgado pela instituição. BC também subiu para 4,3% sua estimativa para a inflação oficial neste ano. O Banco Central elevou de 2,3% para 3,2% sua estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano. A informação consta do relatório de inflação do terceiro trimestre, divulgado nesta quinta-feira (26).
O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos no país, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira.
Se o PIB cresce, significa que a economia vai bem e produz mais. Se o PIB cai, quer dizer que a economia está encolhendo. Ou seja, o consumo e o investimento total é menor. Nem sempre, entretanto, a alta do PIB equivale a bem-estar social.
No ano passado, a economia brasileira cresceu 2,9%, segundo dados oficiais. O resultado ficou acima do esperado pelo mercado financeiro.
Com isso, o resultado para o PIB de 2024 estimado pelo BC também representará, se confirmado, uma aceleração em relação ao patamar do ano passado.
Com o aumento, a projeção do BC para o crescimento da economia brasileira neste ano passou a ficar em linha expectativa do mercado – que viu, na semana passada, uma alta de 3% para o PIB em 2024.
Já o Ministério da Fazenda estimou, em maio, que o Produto Interno Bruto terá um crescimento de 3,2% neste ano.
Inflação
O Banco Central também elevou sua estimativa para a inflação oficial em 2024, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de 4%, em julho deste ano, para 4,3%.
A meta de inflação deste ano é de 3%, e será considerada cumprida se oscilar entre 1,5% e 4,5%.
Segundo a instituição, a probabilidade estimada de a inflação ultrapassar o limite superior do intervalo de tolerância da meta de inflação deste ano, que é de 4,5%, subiu de 28%, em julho, para 36%.
Já para o ano de 2025, a estimativa de inflação do Banco Central subiu subiu de 3,4% para 3,7%.
E, para 2026, o governo estimou que o IPCA, a inflação oficial, ficou estável em 3,2%.
A meta de inflação, para 2025 e 2026, foi fixada nesta semana em 3% pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
Para definir a taxa básica de juros, atualmente em 10,75% ao ano, e tentar conter a alta dos preços, o BC já está mirando, neste momento, na meta do ano que vem, e também em 12 meses até o primeiro trimestre de 2026.
O BC efetuou neste mês a primeira subida de juros do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A alta foi de 0,25 ponto percentual. O mercado projeta um aumento maior da taxa Selic em novembro, de 0,5 ponto, para 11,25% ao ano.
Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra das pessoas, principalmente das que recebem salários menores. Isso porque os preços dos produtos aumentam, sem que o salário acompanhe esse crescimento.
O PIB é a soma de todos os bens e serviços feitos no país, independentemente da nacionalidade de quem os produz, e serve para medir o comportamento da economia brasileira.
Se o PIB cresce, significa que a economia vai bem e produz mais. Se o PIB cai, quer dizer que a economia está encolhendo. Ou seja, o consumo e o investimento total é menor. Nem sempre, entretanto, a alta do PIB equivale a bem-estar social.
No ano passado, a economia brasileira cresceu 2,9%, segundo dados oficiais. O resultado ficou acima do esperado pelo mercado financeiro.
Com isso, o resultado para o PIB de 2024 estimado pelo BC também representará, se confirmado, uma aceleração em relação ao patamar do ano passado.
Com o aumento, a projeção do BC para o crescimento da economia brasileira neste ano passou a ficar em linha expectativa do mercado – que viu, na semana passada, uma alta de 3% para o PIB em 2024.
Já o Ministério da Fazenda estimou, em maio, que o Produto Interno Bruto terá um crescimento de 3,2% neste ano.
Inflação
O Banco Central também elevou sua estimativa para a inflação oficial em 2024, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de 4%, em julho deste ano, para 4,3%.
A meta de inflação deste ano é de 3%, e será considerada cumprida se oscilar entre 1,5% e 4,5%.
Segundo a instituição, a probabilidade estimada de a inflação ultrapassar o limite superior do intervalo de tolerância da meta de inflação deste ano, que é de 4,5%, subiu de 28%, em julho, para 36%.
Já para o ano de 2025, a estimativa de inflação do Banco Central subiu subiu de 3,4% para 3,7%.
E, para 2026, o governo estimou que o IPCA, a inflação oficial, ficou estável em 3,2%.
A meta de inflação, para 2025 e 2026, foi fixada nesta semana em 3% pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.
Para definir a taxa básica de juros, atualmente em 10,75% ao ano, e tentar conter a alta dos preços, o BC já está mirando, neste momento, na meta do ano que vem, e também em 12 meses até o primeiro trimestre de 2026.
O BC efetuou neste mês a primeira subida de juros do terceiro mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A alta foi de 0,25 ponto percentual. O mercado projeta um aumento maior da taxa Selic em novembro, de 0,5 ponto, para 11,25% ao ano.
Quanto maior a inflação, menor é o poder de compra das pessoas, principalmente das que recebem salários menores. Isso porque os preços dos produtos aumentam, sem que o salário acompanhe esse crescimento.